Arquivo de fevereiro, 2012

Ghost Rider: Spirit of Vengeance
EUA , 2012 – 95 minutos
Ação

Direção:
Mark Neveldine e Brian Taylor

Elenco:
Nicolas Cage, Idris Elba, Violante Placido, Ciarán Hinds, Johnny Whitworth, Fergus Riordan, Christopher Lambert

Nota: 2/10

Já vou avisando aos cinéfilos e Marvel maníacos de plantão que, se você não gostou do primeiro filme, tem grandes chances de odiar o segundo. Isso porque pouco em comum ele tem com o original (que eu até gostei), a não ser pela volta de Nick Cage como o implacável Espírito da Vingança.  Não contem com o retorno da bela Eva Mendes em seu papel de jornalista/namorada de Cage (ahhhh), o rostinho bonito desta vez é interpretado pela desconhecida atriz italiana Violante Placido (mas sem nenhum destaque).

Apesar de ser uma sequência, o filme funciona mais como um reboot para o personagem, mas infelizmente o roteiro e a trama são tão rasas e previsíveis que irão decepcionar até mesmo os fãs mais ávidos pelo o anti-herói. Jhonny Blaze se isolou do mundo para tentar controlar sua contraparte demoníaca, quando então é procurado por um padre motociclista (Idris Elba) para resgatar um garoto, Danny (Ketch? O segundo Motoqueiro nos quadrinhos. Seu sobrenome não é dito em todo o filme), capturado pelo próprio Diabo em sua forma humana e que pretende usá-lo em um ritual. Ao que parece, os roteiristas estavam com preguiça ao fazer a trama do filme, pois ela pouco surpreende ou convence, chegando mesmo a dar sono em algumas partes.

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Criado pela Konami em 1993 sob a responsabilidade de Nobuya Nakazato, designer de vários jogos da série Contra, o título tinha tudo de que precisava para ser bom: personagens carismáticos, ação intensa com cenários bem planejados, trilha sonora marcante e dificuldade sob medida. Era a Konami ensinando à outras produtoras como se fazer um jogo de plataforma. Ironicamente o título não fez muito sucesso, apesar de ser muito bom. E se eu não me engano, foi o primeiro título inédito (e não um port de séries já conhecidas) da Konami exclusivamente para um console da Sega.

Sparkster nasceu do “boom” de mascotes de empresas, onda que se iniciou com o grande sucesso de Sonic The Hedgehog  da Sega. Assim surgiram personagem como o gato Bubsi, a minhoca Earthworm Jim, o morcego Aero the Acro-Bat, entre vários outros.

Assim, seguindo a tendência da época de que qualquer bichinho fofo (ou não) podia virar um herói de videogame e faturar uma boa grana, o protagonista deste título é um (não tão fofinho e cheiroso) gambá. A Konami entregou aos jogadores da época um game com um herói bastante carismático e um jogo em si com muita qualidade. As fases têm ação horizontal e vertical e são muito bem boladas, possui gráficos cartunescos muito bem feitos, uma trilha sonora muito bacana e é extremamente divertido. Acabou ganhando uma sequência no Mega Drive e um spin-off no Super Nintendo, que também não fizeram muito sucesso. Relembre ou conheça aqui o game do herói gambá dos 16 Bits. (mais…)

Sonic e sua turma fazem uma mega festa para comemorar sua vitória no comando da máfia, porém ao melhor estilo de “Se beber não case”, Sonic aprontou várias coisas de que não se lembra e agora várias garotas estão atrás dele. Como resolver o problema?

Para decidir quem ficará no comando da máfia, Sonic e seus amigos enfrentam Darth Vader e companhia em um programa de televisão que coloca uma família contra outra. Quem vencerá?