Arquivo de julho, 2012

Foi anunciado na última Comic-Com San Diego a notícia de que Deadpool sai dos quadrinhos e vira jogo de videogame,  seu lançamento oficial acontecerá em 2013, para as plataformas Xbox 360 e Playstation 3. O personagem da Marvel surgiu nos quadrinhos no final dos anos 90, como o vilão da série “Os Novos Mutantes” e em 2009 apareceu nos cinemas em “X-Men Origins – Wolverine”, interpretado pelo ator Ryan Reynolds.

O desenvolvimento do jogo ficou por conta da Activision e da High Moon Studios – a mesma que produziu “Tranformers: Fall of Cybertron” e agora desenvolve o primeiro jogo dedicado a Deadpool, o mercenário da Marvel.

Com roteiro de Daniel Way, escritor do personagem nas HQs. O dublador do anti-heroi será Nolan North, o mesmo que deu a voz a Nathan Drake, da franquia ‘Uncharted”. Confira o trailer:

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“Final Fight” lançado em 1989 para arcades pela Capcom é, sem dúvida, um dos maiores games de pancadaria (os famosos beat’m up) da história dos videogames. Foi um divisor de águas no gênero, que antes brilhava com os títulos “Double Dragon”, em especial. Ainda na prancheta, o game foi idealizado para ser uma sequência do original “Street Fighter”, e seria batizado de “Street Fighter 89”, mas acabou ganhando personalidade própria e virou “Final Fight” mesmo.

O título ganhou várias versões em vários consoles desde então, sendo a versão do Super Nintendo a mais famosa, mas longe de ser a melhor. Sim, isso mesmo que você leu, a versão de “Final Fight” para o 16 Bits da Nintendo é superestimada (a maioria dos textos que leio sobre essa versão são muito saudosistas ou não conheciam a versão original). Quem é daquela época, deve se lembrar do alvoroço que o título causou ao sair para o SNES. Eu mesmo, lembro de ter lido numa Ação Games (de número 1 ou 2) uma notinha sobre o lançamento do game no Japão, com uma imagem do Cody que parecia idêntica ao fliperama. Claro que fiquei babando, eu já conhecia o “comedor de fichas” dos flippers dos botecos das esquinas, e seria um sonho realizado jogar o game no conforto de casa.

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Certamente você que tinha um Super Nintendo no início dos anos 90 deve se lembrar de “Actraiser”, um jogo que marcou época por juntar dois gêneros: o de ação de plataforma 2D e simulador/RPG, em um só game. E ainda colocava o jogador no papel de Deus. Não um deus mitólogico qualquer, mas sim o Todo Poderoso.

A divindade sempre foi algo que intrigou a humanidade, desde os tempos da Antiga Grécia aos dias de hoje. Religião é um assunto bastante polêmico, com várias crenças, pregadores, deuses, histórias e mitologias que fazem parte da história humana. Apesar de em “Actraiser” não estar explícito que você joga como Deus (a Nintendo alterou alguns conceitos para evitar polêmicas), isso fica bastante claro no contexto do título, em que o jogador enfrenta as forças do mal e tem como poderes as forças da natureza.

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Os zombies estão na moda. Eles invadiram os games, inclusive partindo para outros gêneros como “Call of Duty: World at War” e “Red Dead Redemption”. E a Capcom é especialista em jogos de zombies. Foi dela o primeiro “Resident Evil”. E foi dela o primeiro “Dead Rising”, na época um exclusivo do Xbox 360 (o Wii ganharia um remake anos depois) lançado em 2006, em que a empresa tentava inovar no gênero survival horror, não mais apostando nos elementos de susto e tensão, mas sim na diversão de se matar dezenas de zombies com qualquer coisa que aparecesse pelo cenário. E matar essas criaturas sedentas por “miolos” certamente nunca foi tão divertido como em “Dead Rising”, experiência essa que volta ainda melhor em sua sequência.

O fotógrafo Frank West, herói do jogo anterior, e o Shopping Willamette, dão lugar a um novo protagonista e uma cidade inteira só para nós, e os milhares de zombies. O jogo se passa cinco anos depois dos eventos do título original, em que o jogador entra na pele de Chuck Greene, um ex-campeão de motocross que se vê acusado de causar um surto de zombies em Fortune City, uma enorme cidade cheia de opções de exploração, feita em imagem à Las Vegas, ou seja, espere encontrar vários cassinos e lojas peculiares espalhadas pelo jogo.

milhares de zombies passeando pelos cenários

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Dante’s Inferno é uma das grandes apostas da Eletronic Arts para 2010, produzido pela Visceral Games (a mesma de Mass Effect e Dead Space) e lançado para Xbox 360, PlayStation 3 e PSP. O game é um hack’n slash ao estilo de BayonettaDarksiders e God of War e foi inspirado na épica obra “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri,  que é dividida em três partes – Inferno, Purgatório e Paraíso – e é na primeira parte que o jogo se concentra. Fazer um jogo baseado numa obra do século XIV tem as suas vantagens, como não precisar pagar pelos direitos de uso ou ainda aguentar reclamações do autor de estar estragando sua obra.

Na obra o autor descreve o inferno como nove círculos de sofrimento localizado dentro da Terra. São eles – Limbo, Luxúria, Gula, Ganância, Ira, Heresia, Violência, Fraude e Traição. Governado por Lúcifer, o inferno torna-se mais profundo a cada círculo, pois os pecados são mais graves. Se você não gosta de ler, mas gosta de animes, é só assistir A Saga de Hades dos Cavaleiros do Zodíaco, que você ficará por dentro do assunto. Ou melhor ainda, assista à animação baseada no game, Dante’s Inferno: An Animated Epic, produzida pela mesma equipe que fez a animação de Mass Effect: A Queda.

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Você se lembra do jogo Crackdown para o Xbox 360, lançado em 2007 (e que dava acesso à tão esperada beta de Halo 3)? Era bem bacaninha, não? Uma espécie de GTA com muita liberdade em sua jogabilidade e muita diversão sem compromisso, o que acabou garantindo uma boa base de fãs para o título.

E agora temos Crackdown 2, jogo de ação em terceira pessoa exclusivamente para o Xbox 360, que usa basicamente a mesma estrutura do jogo original, o que não é ruim, se você curtiu o primeiro jogo, vai gostar deste também. Mas o problema é a falta de inovação, que não acompanhou os padrões atuais e aparenta ultrapassado na tela da TV. A história é uma sequência do primeiro jogo, na mesma cidade, com algumas diferenças. As novidades são poucas e básicas, como novas armas, veículos e inimigos, mas nada de essencial. Parece mais um pacote de expansão do primeiro título.

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E estamos de volta com mais um Top 10. Apesar de ainda ser um universo dominado pelos personagens masculinos, a participação das mulheres em jogos  de videogame aumentou consideravelmente nos últimos anos, principalmente por causa do sucesso de musas virtuais como Lara Croft, da série “Tomb Raider” e Chun-Li, da série “Street Fighter”.

Geralmente aparecem como heroínas para salvar o dia, mas algumas se destacam no papel de vilãs, dando dores de cabeça aos protagonistas e jogadores. Algumas são verdadeiramente más, enquanto outras foram manipuladas ou no final acabam tendo uma crise de consciência e passam para o outro lado (mas lógico, só depois de aprontar todas e criar muita confusão).

Pensando nas Bad Girls dos videogames, fizemos uma lista de algumas das vilãs que se destacaram em games, veja se você conhece todas elas ou se sentiu falta de alguma. Ela sãos más, perigosas e sensuais, e por isso mesmo nos causam tantos problemas (mas no fim acabamos gostando). Divirtam-se! (cliquem nas imagens pequenas para deixá-las maiores).

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*crítica escrita no lançamento do filme

Thor (Thor, EUA, 2011)GêneroAção/AventuraDireção: Kenneth BranaghDuração: 114 minutosAtores: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tom Hiddleston, Anthony HopkinsCensura:

Trailer: Clique aqui

Site Oficial: Clique aqui

 

Já estamos debulhando o jogo “Thor: God of Thunder” para a publicação em breve da análise, mas enquanto isso vamos aquecendo, colocando online a crítica do filme que originou o game (que foi inspirado nos quadrinhos da editora Marvel e que por sua vez, foram inspirados na bela mitologia nórdica). Criado em 1962 por Stan Lee (que criou a maioria dos heróis Marvel), o Deus do Trovão ganhou vida nos cinemas através das mãos do ator/diretor Kenneth Branagh, que não fez nada de muito famoso (além de Hamlet, de 1996 e Henrique V, de 1989).

A Marvel parece ter acertado a mão para fazer adaptações de seus quadrinhos para as telonas, após grandes sucessos como X-Men, Homem-Aranha, Homem de Ferro e agora o loirão Thor (e em breve teremos o Capitão América e em 2012 o filme dos Vingadores). Thor está longe de ser um filme espetacular, mas ele cumpre o seu papel de encantar e divertir o telespectador.

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Você gosta de filmes de terror japoneses? Curtiu jogos como Fatal Frame, Cursed Mountain e Silent Hill: Shattered Memories? Então é um forte candidato a gostar do novo game da Hudson Soft  (sim, a mesma de jogos fofos como Bomberman e Bonk) produzido exclusivamente para o Nintendo Wii: Calling. Ou talvez não, já que o game deixou a desejar em vários aspectos.

Este novo survival horror chega para concorrer com outros jogos do estilo já no mercado e é mais uma opção para quem gosta do gênero. Ele não chega a ser tão bom quanto os três consagrados games citados acima, mas tem os seus bons momentos e pode gerar alguns sustos, se jogado de madrugada com as luzes apagadas e o volume no talo.

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*análise escrita no lançamento do jogo

No final de 2009 a Activision lançou “Modern Warfare 2”, que foi um grande sucesso de vendas já no seu primeiro dia, quebrando recordes. Um ano se passou, a produtora do game, Infinity Ward, teve problemas com a Activision (seus principais diretores saíram da empresa para formar outra), mas ela continuará a desenvolver games para a Activision.

Enquanto isso a Treyarch, que já havia lançado “Call of Duty: World at War”, anunciou o desenvolvimento de “Black Ops”, que no dia de seu lançamento, adivinhem, quebrou recorde de vendas, com mais de sete milhões de unidades em apenas 24 horas, quebrando o recorde de lançamento mais bem sucedido na história dos videogames.

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* Análise escrita no lançamento do jogo

Call of Duty: Modern Warfare 2” chega ao mercado para PlayStation 3, Xbox360 e PC, produzido pela Infinity War e distribuído pela Activision. É continuação direta do aclamado “Call of Duty 4: Modern Warfare” lançado em 2007 (e que só agora ganhou um port adaptado pela Treyarch para o Nintendo Wii, enquanto os outros consoles ganham a continuação) e é o sexto título da série.

A Activision está confiante na popularidade da franquia e aposta no seu sucesso de entretenimento nesse fim de ano, com estimativas de vendas que variam entre 11 a 13 milhões de unidades vendidas até o final de 2009. E parece que toda essa confiança não é a toa, MW2 em seu primeiro dia de lançamento vendeu “apenas” sete milhões de cópias em todo mundo, batendo o recorde de lançamento mais bem sucedido na história dos videogames. Desbancou GTA IV, que vendeu seis milhões em uma semana. Imaginem então até onde MW2 pode chegar. E bem que Robert Kotick, presidente da Activision avisou, “será um dos maiores lançamentos da indústria do entretenimento de qualquer meio de todos os tempos”,  falou semanas antes do lançamento.

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A série de luta em 2D “BlazBlueganha mais um episódio com “Continuum Shift”, versão melhorada e ampliada de “BlazBlue: Calamity Trigger”, lançado em 2008 originalmente para fliperamas.

Produzido pelos mesmos criadores da frenética série “Guilty Gear”, “BlazBlue” é uma espécie de sucessora espiritual, com alguns aspectos em comum com a antiga série como a trilha sonora nervosa, traços de desenho animado japonês e cenários coloridos cheios de detalhes.

As novidades de “Continuum Shift” são três novos personagens, alguns cenários adicionais e um sistema de combate mais equilibrado, deixando as lutas ainda mais técnicas e refinadas. O sistema de Guard Libra foi substituído pelo Guard Primer, mais veloz, e a defesa Barrier Burst também passou por mudanças, sendo agora Break Burst, ficando mais útil e estratégica. Por fim, a barra Heat permanece, possibilitando técnicas mais avançadas como ataques especiais e cancelamentos de golpes.

O jogo possui uma história nova, intensa e bem elaborada, algo não muito comum em jogos de luta, oferecendo para cada um dos personagens narrativas distintas, vários diálogos, caminhos alternativos, reviravoltas interessantes e muitos finais.

Vale reforçar, a trama é continuação direta de “Calamity Trigger” e quem não está familiarizado com o universo do jogo, pode ficar confuso em meio a tantas informações.

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O Espetacular Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man)

EUA , 2012 – 136 minutos

Ação/Super-heróis

Direção: Marc Webb

Elenco: Andrew Garfield, Emma Stone, Rhys Ifans, Martin Sheen, Sally Field, Denis Leary

Foram cinco longos anos de espera desde o último filme do Homem-Aranha, para o tão aguardado “O Espetacular Homem-Aranha”, quarto filme que reinicia a franquia. E justamente por reiniciar uma série tão atual (o primeiro filme é de 2002), causou uma grande preocupação aos fãs, afinal, recontaria as origens do super-herói, coisa que o filme original de Sam Raimi fez de maneira espetacular. Pelo menos, quanto a isso, os fãs não precisam se preocupar, pois este recomeço é apresentado de forma bem diferente, bem mais atual e moderno. Porém, o longa-metragem vai dividir opiniões, fãs mais tradicionais do herói certamente irão preferir a versão de Sam Raimi, mas o público jovem e eventual do herói, irão gostar do novo.

“O Espetacular Homem-Aranha” é dirigido por Marc Webb, mais conhecido por fazer video-clipes de bandas como Green Day, Maroon 5, Weezer entra várias outras. Sua primeira e única direção em um filme, até então, era com a bacaninha comédia romântica “500 Dias com Ela”, de 2009. O “sentido de aranha” dos fãs voltou a tilintar, pois pior que Sam Raimi fosse, ele já tinha bem mais experiência com Hollywood, além de ser um nerdão assumido (o que ganha pontos para um filme como esse).

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*análise escrita no lançamento do game

O primeiro BioShock  foi lançado em 2007, inicialmente um lançamento exclusivo para o Xbox 360 e PC. Mas a produtora 2K Games  ficou com peninha dos donos de um PlayStation 3 e logo anunciou o lançamento para o “negão” da Sony, e claro, com a intenção de ganhar umas verdinhas a mais. O fato é que BioShock se tornou um dos FPS favoritos da galera e agora chega a sua aguardada continuação, BioShock 2 para Xbox 360, PlayStation 3 e PC.

E o que podemos esperar dessa sequência? Novos fatores que tornam o game ainda mais atraente que o primeiro e um enredo e sistema de combate muito mais desenvolvido. Mas ele não chega a ser tão surpreendente quanto foi o original, mas certamente vai agradar aos fãs.

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– um dos jogos mais inovadores e divertidos da atualidade –

Se você possui um Playstation 3 ou um Xbox360 ou tem um ótimo bom gosto musical e curte um heavy metal, aqui está um game que nós do Canto Gamer recomendamos: Brutal Legend. O game foi produzido pela novata Double Fine Productions e distribuído pela Eletronic Arts. Até rolou uns probleminhas judiciais entre a Double Fine e a Activision, que era para ser a distribuidora original, mas acabaram entrando em um acordo e a EA ganhou o grande prêmio.

Tim Schafer  é a mente criativa por trás de Brutal Legend, que segundo o próprio, diz ter criado o game baseado em suas próprias experiências musicais. Schafer é um velho conhecido dos gamers veteranos, trabalhou por mais de 10 anos na LucasArts e é famoso por suas habilidades criativas de se contar histórias com sacadas geniais de humor escrachado. Em seu currículo consta games clássicos de peso, como “Maniac Mansion: Day of the Tentacle”, “The Secret of Monkey Island”, “Full Throttle” e “Grim Fandango”. Se você já jogou qualquer um desses sensacionais clássicos (e caso não tenha, eu mais que recomendo que o faça) sabe bem que o ponto forte deles é justamente um enredo extremamente criativo e cômico, com diálogos memoráveis (como esquecer o treinamento de espadas de Monkey Island?). E Brutal Legend não é diferente, conta com um roteiro criativo e diálogos sensacionais muito divertidos.

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